ARTIGOS

Educação e política: a urgência de um diálogo

por Flávia Tridapali Buechler

Qual a relação da educação com a política? Como a educação pode se tornar um dispositivo de mudança? Quê pretende uma forma de governo que rechaça a educação?

Professores adoecidos, escolas inabitáveis e inabitadas, mal-estar na educação… Consultórios psiquiátricos e psicológicos lotados de crianças e adolescentes devido a queixas comportamentais, recordes da indústria farmacêutica, índices exorbitantes de uso de psicotrópicos durante a infância e a adolescência… Culto ao trabalho, ao consumo, ao ilimitado… Esgotamento mental e físico… o que isso tudo sinaliza?

A educação trata fundamentalmente do que acontece no encontro entre os mais velhos e os recém-chegados ao mundo, encontro no qual se tem por principal objetivo a transmissão de marcas simbólicas acerca da preservação da vida, da sociedade e do mundo (ARENDT (1954/2014). Segundo a autora, a educação caracteriza-se como um fio condutor marcado por acontecimentos e discursos, um fio que faz com que seja possível transmitir de uma geração para a outra as histórias que compõem o que já existiu, o que faz com que a educação se enlace num compromisso com o passado através de uma aposta na não repetição do que um dia já ameaçou o ser, a sociedade e o mundo.  É então por meio dessa transmissão intergeracional que salvaguardamos a vida livre, evitando o retorno de políticas desumanas, reducionistas e orientadas a partir da alienação, da segregação, do medo e da necessidade.

Esse encontro estruturante do ato educativo impõe aos mais velhos a responsabilidade que a existência de crianças e adolescentes no mundo exige.

De acordo com Arendt (1954/2014), os pais e os professores têm papel fundamental no compromisso com essa responsabilidade, cabendo aos primeiros se implicarem na sobrevivência e desenvolvimento da criança que trouxeram à vida, bem como na preservação e continuidade do mundo onde introduziram essa criança, um mundo que já existia antes da criança chegar e do qual a criança nada sabe de suas leis, regras, costumes e interditos. Aos professores, é preciso que se ocupem em apresentar o mundo público para as crianças, exercitando e acompanhando continuamente as atividades de socialização e transmissão constante de como qualquer novo saber pode ser produzido, aos mesmos também não deve ser exigido o domínio de uma matéria específica ou o ensino de conhecimentos fechados (ARENDT, 1954/2014).

A partir dessas considerações Arendt (1954/2014) fará uma distinção entre nascimento e natalidade, na qual o primeiro representa a entrada da criança na vida e a segunda a entrada da criança no mundo. Demarcar essa diferença se faz necessário para compreender que a formação do indivíduo, diferente do desenvolvimento animal, depende de um processo que sucede o nascimento. De alguma forma, a autora faz referência ao que em psicanálise conhecemos como constituição do sujeito de desejo, uma constituição que não ocorre naturalmente e que, por isso, depende que algumas condições ocorram para que seja possível a entrada do humano numa vida psíquica e social.

Nesses termos, é possível afirmar que a educação comporta em si alguns campos distintos: (1) a educação como um processo de constituição do sujeito de desejo no humano; (2) como formadora de um Eu que consegue diferenciar-se do Outro e que por isso também consegue se socializar; (3) como fato cultural de transmissão intergeracional; e (4) como conhecimento que sustenta um discurso que visa a uma prática de controle necessária para o convívio social e a preservação do mundo (VOLTOLINI, 2011).

Nota-se que nesses campos distintos que estruturam o ato educativo operam forças essencialmente divergentes, por exemplo, quando simultaneamente faz referência tanto a práticas de emancipação quanto de controle, o que sinaliza que em toda educação está inscrita a marca do conflito.

Freud, nos textos Totem e tabu (1913/1996) e O mal-estar na civilização (1930/1996), destaca condições específicas e necessárias para o surgimento do sujeito de desejo e da civilização quando nomeia como mal-estar o inerente conflito entre os interesses internos do humano e as leis externas que organizam a vida em sociedade. Freud descreve por meio do mito da horda primeva, onde o pai tirano é assassinado pelos filhos, que o surgimento e a manutenção da vida em conjunto só acontece quando cada participante desse conjunto consente em renunciar a uma parcela do próprio gozo para que a relação com os outros seja possível, e, também, para que ninguém volte a ocupar o lugar do gozo absoluto, no qual impera a tirania e suas normativas. Essa Lei que se constitui a partir da renúncia ao gozo absoluto torna-se a referência mediadora da relação entre os humanos, ou seja, é a Lei simbólica que possibilita a passagem da horda à ordem (VOLTOLINI, 2015), porque aposta num laço social mediado pelo uso da palavra e não pelo uso da força.

Assim, esse conflito que Freud nomeia como mal-estar pode ser entendido como uma invariante histórica, sendo ele ao mesmo tempo impossível de ser eliminado e imprescindível de ser considerado, pois representa uma das condições basais para a constituição do sujeito de desejo e da vida em sociedade. Invariante histórica porque é intemporal, e como tal, não deixa de se inscrever com o passar do tempo, o que não quer dizer que os modos de manifestação desse conflito e os modos como cada época irá manejá-lo serão os mesmos sempre. Impossível de ser eliminado pois o conflito se inscreve à revelia do nosso querer. Imprescindível de ser considerado pois se trata de uma condição que funda, estrutura e singulariza o humano e o campo social, seu rechaçamento nos conduz à universalidade e à impotência, na qual na primeira há a generalização do sujeito e na segunda há a inviabilização da construção de saídas possíveis diante de impasses.

De acordo com Cifali (1999), a partir do que ela chama de cultura do conflito, a transmissão de marcas simbólicas que não rechaçam esse mal-estar permite com que encontros interpessoais tenham lugar no social, no qual cada um é responsável por si e pelos outros, o que faz manter preservada a livre circulação da palavra e das pessoas, a singularidade de cada sujeito e dos grupo, bem como suas capacidades de criação, transformação, relação e polissemia. Nesse sentido, trata-se de um paradigma cultural que exige de todos um engajamento ético ao se diferenciar de qualquer prática de controle que almeja a fabricação dO-Indivíduo, um Ser idealizado e absoluto, que supostamente garantiria a eliminação do conflito estruturante da vida psíquica e social, pois seria Ele a encarnação de um modelo de indivíduo em conformidade total com as normativas que configuram a política de uma época (IMBERT, 1987/2001).

Sobre essa tentativa de anulação do conflito baseada na fabricação dO-Indivíduo ideal, o Nazismo foi um exemplo extremo na história do nosso mundo. Ao almejar a fabricação de um modelo ideal de sociedade, ficções discursivas foram inventadas para que fosse possível construir uma hierarquização étnica que classificou as pessoas em uma escala de conformidade com o ideal de indivíduo pensado por aquele governo. O fato é que essa construção discursiva viabilizou e justificou o assassinato de milhões de pessoas que, segundo o discurso que estruturava aquela política, eram tão diferentes do modelo ideal a ponto de não serem dignas de vida.

De acordo com Lebrun (2010), foi apenas num outro momento da história, a posterior, que as atrocidades conduzidas pela política Nazista foram nomeadas como crimes contra a própria humanidade e as pessoas assassinadas foram reconhecidas como vítimas. A existência do Nazismo nos permite, portanto, afirmar que uma forma de governo acontece, primordialmente, a partir da instauração de uma política que nada mais é do que uma construção discursiva dominante que caracteriza o laço social de uma época.

Desse modo, 03 princípios teóricos norteiam esse ensaio: (1) a vida psíquica e a vida em sociedade se fundam através do conflito e se organizam por meio de um sistema simbólico; (2) o ato de educar ocorre no encontro dos mais velhos com os mais novos e caracteriza-se fundamentalmente pela transmissão de marcas simbólicas que viabilizam formas discursivas de ser e estar no mundo; e (3) considera-se como política todo discurso dominante de uma época que caracteriza uma determinada forma de governo e o modo particular de configuração de uma sociedade.

Nesses termos, podemos considerar que a política, enquanto forma discursiva dominante de uma época, pode ou não estar a serviço da vida livre e do laço social, sendo este, considerado como um espaço de relações interpessoais mediadas por um sistema simbólico comprometido com o não retorno à horda, na qual prevaleciam apenas as leis e os interesses do mais forte e seus semelhantes. Ainda nesses termos, podemos considerar a educação como um dispositivo que viabiliza a propagação de discursos a partir da transmissão intergeracional, o que a coloca num lugar estratégico de extrema importância em qualquer forma de governo.

De acordo com Arendt (1993/2018a), para que a política esteja a serviço da vida livre e do laço social, essa política deve se basear na pluralidade dos homens, tratar da convivência entre os diferentes e visar a liberdade do eu e do outro, sendo esta, entendida como o não-ser-dominado e o não-dominar. Isso nos permite afirmar que o âmbito político é o âmbito social, no qual segundo a autora, todas as pessoas devem se apresentar sobretudo como seres falantes e atuantes. Em vista disso, considera-se que todo sujeito sócio-político-libidinal precisa estar implicado num posicionamento ético frente às suas pulsões, aos seus interesses particulares e às formas de governo que ressurgem a cada época. Um posicionamento ético que tem a ver com a insistente sustentação de princípios que interditam o gozo absoluto e possibilitam a vida digna de cada um e a vida de um entre outros. Dessa maneira, uma sociedade que se deixa conduzir por princípios éticos se estrutura num laço social composto por sujeitos engajados na fomentação e veiculação de discursos que possibilitem a construção de políticas que nos conduzam à uma experiência de vida democrática.

Sacco (2017), demonstra em seu trabalho a importante relação que existe entre educação e política quando refere que poucos anos antes da Revolução Francesa a ideia de uma nova educação se tornou o principal dispositivo para a construção e veiculação de uma nova política que reformularia a configuração social daquela época. Segundo o autor, os revolucionários movidos por ideias iluministas e pelo desejo de novas condições sociais, lutaram pela estruturação de um novo discurso, no qual uma nova educação necessitava surgir para que o destino dos recém-chegados ao mundo pudesse ser diferente do destino da maioria dos adultos que viviam naquela época. Esse período que antecede a Revolução é caracterizado por um espírito que almejava o novo, um por vir diferente daquele presente, no qual o surgimento de uma nova educação serviria para autenticar novas formas de vida e convívio.

Segundo o autor, o desejo dos revolucionários decorria da oposição ao estado absolutista e aristocrata que predominava na época, no qual o monopólio do poder e da palavra, assim como o acesso à educação e a vida livre era privilégio de poucos. Essa nova educação que acreditava no advento de uma nova forma de ser e estar no mundo foi o início do que hoje conhecemos e defendemos como sistema educacional público e gratuito (SACCO, 2017).

É nesse contexto, portanto, que a educação escolar ressurge edificada por novos significantes de infância e educação, nos quais as crianças se tornam os adultos de um futuro diferente, e a educação se torna o fio condutor da transmissão de marcas simbólicas que preza pelo não retorno de políticas absolutistas.

A escola ressurge como representante do lugar público por excelência dos recém-chegados ao mundo, uma instituição que antes de qualquer ensino dogmático se responsabiliza pela transmissão de uma cultura que preza pela igualdade e liberdade, transmissão na qual o professor deve se implicar, enquanto mestre esclarecido sobre sua função de instigar o eterno surgimento de novos saberes, novos discursos e novas formas de se pensar os impasses de uma época. Nesses termos, se anteriormente o laço social era governado por um discurso que equivalia a maioria dos sujeitos ao homem natural e apolítico, com a Revolução Francesa funda-se um novo discurso, no qual todo indivíduo é também cidadão, e a educação via escolarização, se torna um projeto político engajado na transformação do laço social (SACCO, 2017).

Esse novo indivíduo, ao ser reconhecido como cidadão, passaria a dispor de liberdade social e política, condição que segundo Arendt (1955/2018b), só é possível num contexto de igualdade, a partir das relações interpessoais numa realidade comum onde todos podem ser vistos, ouvidos, reconhecidos e lembrados, bem como podem ter participação nos assuntos políticos e liberdade de fala e ação. Assim, pode-se considerar que o desejo revolucionário da maioria de se libertar das formas de governo totalitárias através de uma nova educação, foi o pontapé de um novo início no qual se apostava que princípios éticos prevaleceriam sobre interesses particulares. Naquela época, quando a maioria almejou se libertar do medo e da necessidade para que pudessem advir como cidadãos livres, e assim apostar num futuro diferente, foi o momento em que a educação renasceu orbitada por grandes sonhos e esperanças que provocaram efeitos em todas as esferas da existência humana.

Desse recorte histórico podemos afirmar que em todo ato educacional, fora ou dentro da instituição escolar, a transmissão deve operar por meio de princípios éticos e sociais para que uma política enquanto discurso dominante de uma época mantenha-se a serviço do laço social, do novo, da vida digna e livre para todos. Educação e política precisam então convergir para o cuidado, preservação e viabilidade da vida de todos a partir de um laço social onde a igualdade, a pluralidade e a livre circulação da palavra e das pessoas configurem o espaço público. Nesse sentido, o que se transmite através do ato educacional é fundamental para que uma época e uma organização social não se cristalizem no funcionamento de um discurso único baseado sempre numa história única.

Penso que é nessa báscula entre o necessário exercício da liberdade e do controle, da ética e do poder, que os campos da educação e da política se entrecruzam e se conduzem. Segundo Imbert (1987/2001), a questão da ética no campo educativo substitui a perspectiva prática de controle absoluto e de fabricação de um modelo ideal de Indivíduo pela perspectiva singular do sujeito de desejo, no qual “o engajamento ético não poderia ser caracterizado pelo controle e posse, nem pela instalação em um estado do ser para sempre de-finido e avaliado” (p.16). Nesse sentido o autor retoma Lévinas (1978) ao citar que “a ética só é verdadeiramente assumida quando, à afirmação para si da liberdade, acrescenta-se a vontade de que exista a liberdade do outro” (p.17).

 Nessa mesma lógica, Adorno (1995) refere que toda educação precisa estar identificada à emancipação, ou seja, a serviço de um laço social não-alienante e não-classificatório. Escreve o autor que o princípio fundamental de toda educação deve ser a exigência de que Auschwitz não se repita, em outras palavras, que esse critério deve preceder qualquer outro quando tratamos do que se transmite na relação entre os mais velhos e os recém-chegados ao mundo.

Segundo Adorno (1995) todas as formas de governo se preocupam em produzir as personalidades de que necessitam socialmente, uma produção discursiva que propaga o conformismo e a alienação caso a reflexão e a criação não se encontrem na ordem do dia. Assim, normativas se instalam inviabilizando a práxis inovadora e transformadora do ato educativo. A história única e o discurso único possuem em si uma força de morte que renasce a cada época, no entanto, é a implicação e a responsabilidade de cada um frente a isso[1] que sempre retorna que poderá fazer com que o novo, mesmo que não resolutivo por completo, não cesse de advir.

É também com Adorno (1995) que destacamos que quanto mais uma educação se fecha no seu condicionamento social, mais ela fica fadada ao destino de uma eterna repetição, tornando-se mera presa da situação já existente. Nesse sentido, podemos afirmar que nessa relação existente entre política e educação é preciso cuidado e cautela, pois apesar desses dois campos estarem circunscritos um pelo outro, eles jamais podem se tornar um só, pois é essencialmente no campo da educação que encontramos o testemunho do que não se deve repetir e a possibilidade de que novos saberes não cessem de surgir.

O posicionamento ético, no campo da educação implica, portanto, em não nos deixarmos seduzir pela ideia de que há um método, uma técnica, uma receita específica que nos conduza à fabricação da criança perfeita, da educação sem dilemas, da sociedade sem conflitos e da satisfação completa. Todo e qualquer discurso que sustente a possibilidade desse cenário rechaça o mal-estar constituinte da vida psíquica e social, ocasionando a generalização do humano, a impregnação de uma única forma de pensar,  ser e estar no mundo, a paralisia frente aos impasses de uma época e a deriva conformista de que não há o que possa ser feito para que as circunstancias mudem.

Finalizo por hora uma escrita que espero estar fadada – felizmente – a não finalizar jamais. Não saber o que exatamente deve ser feito no campo da educação e da política é inevitável, mas não querer saber sobre o que não deve se repetir na história da humanidade e não se responsabilizar por assumir um posicionamento ético frente aos absurdos que testemunhamos em nossa sociedade é opcional. Levando em consideração as indagações mencionadas no início desse ensaio, me deparo inevitavelmente frente às perguntas: O que se transmite em nossa época e porque se transmite? E ainda: Está a educação atual a serviço de qual laço social?

FLÁVIA TRIDAPALLI BUECHLER é psicóloga, especialista em psicopatologia da infância e da adolescência e especializanda em psicanálise, sujeito e laço social (UNIFEBE/HSC)

REFERÊNCIAS

ADORNO, T. Educação e emancipação. 2° ed. Trad. de Wolfgang Leo Maar, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

ARENDT, H. Entre e o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2014. Tradução de Mauro W. Barbosa, trabalho original publicado em 1954.

ARENDT, H. Liberdade para ser livre. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2018b. Tradução de Pedro Duarte, trabalho original publicado em 1955.

ARENDT, H. O que é política? 13ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2018a. Tradução de Reinaldo Guarany, trabalho original publicado em 1993.

CIFALLI, M. (1999). Educar, uma profissão impossível – dilemas atuais. In: Estilos da Clínica, 4(7), 139-150. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v4i7p139-150

FREUD, S. (1913). Totem e Tabu. In: FREUD, Sigmund. Obras completas, v. XIII. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 11-162.

FREUD, S. (1930). Mal-estar na civilização. In: FREUD, Sigmund. Obras Completas. v. XXI. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 65-148.

IMBERT, F. A questão da ética no campo educativo. 2ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. Tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira, trabalho original publicado em 1987.

LEBRUN, J-P. (2010). O mal-estar na subjetivação. CMC Editora: Porto Alegre.

SACCO, R. D. Para uma etiologia da renúncia ao professar: alguns apanhados da corte ao neoliberalismo no Brasil. 2017. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. doi:10.11606/T.48.2018.tde-08052018-130101. Acesso em: 2020-02-10.

VOLTOLINI, R. Educação e psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

VOLTOLINI, R. Miséria ética na educação inclusiva: por uma inclusão política mais do que social. In: Educação (Porto Alegre, impresso), v. 38, n. 2, p. 222-229, maio-ago. 2015.


[1] Aqui faço referência ao nome que Freud denominou para representar esse estrato do psiquismo onde reina a lógica inconsciente, diferente à lógica da razão; Isso revela o impacto pulsional e a emergência de forças estranhas ao Eu, mas que o governam para além de qualquer crença ou comportamento entendido como consciente.

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