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Expandindo consciências

por Anderson Fabiano

É cada vez mais significativo o número de pessoas que falam e/ou buscam saber o que é e como conseguir alcançar a chamada expansão de consciência.

A consciência é uma qualidade da mente, é a capacidade de perceber a relação entre nós mesmos e o ambiente e pelas suas características subjetivas, é acima de tudo, uma qualidade psíquica e por isso, para muitos, é conhecida como um atributo do espírito. Ser consciente não é a mesma coisa que “perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo” e para isso contam a intuição, a dedução e a indução.

Expandir a consciência é um ápice consciencial, um estado de iluminação espiritual, no qual o ser se sente ligado ao todo numa espécie de unidade cósmica; se sente uno com o próprio Universo e todos os seres; torna-se multidimensional. Esta sensação é tão absoluta, tão diferente, que tudo parece tornar-se claro pois, de repente, a alma simplesmente sabe.

A expansão de consciência ou Samadhi, como é conhecida na filosofia hindu, é a fusão com o todo e, dentro dos estudos espirituais, esse estado elevado de consciência pode ser alcançado mediante o desenvolvimento das capacidades latentes do homem. O primeiro passo é tornar-se autoconsciente, ou seja, perceber todos seus processos internos, permanecer em auto-observação contínua, por saber que quando despertamos no plano físico, também o fazemos nas demais dimensões. Assim, quando expandimos nossa consciência, compreendemos que todo mal praticado contra um semelhante, o planeta ou o Cosmos, é reverberado em nós mesmos.

A emoção que prevalece durante esta experiência é o sentido de intensa alegria, e a alma (ou espírito) torna-se consciente de que possui em si mesma o saber absoluto, o conhecimento de todas as coisas. Quando experimenta a expansão de consciência, o homem nunca mais volta a ser o que era antes. Sua alma troca de dimensão. E tudo começa pelo reaprendizado do amor pelas pessoas e tudo o mais que, direta ou indiretamente, influencia nossas vidas. Precisamos entender que Gaia (a Terra), morada destinada à raça humana, é um ser vivo constituído de pura energia e que respira, sente, sofre e reage como qualquer um de nós. Tudo depende de como olhamos as coisas. Afinal, as florestas são seus pulmões; rios, lagos e lagoas, sua corrente sanguínea. A Terra se banha com as chuvas, se enxágua com tsunamis, ronca e treme com terremotos, vomita com vulcões e reage com inundações e enchentes quando poluímos suas superfícies. E, para percebermos efetivamente essas coisas, urge nos livremos das cadeias limitantes da tridimensionalidade. Somos seres multidimensionais, somos Luz e Energia, apenas nos esquecemos disso. E apesar de estarmos presentemente na 3ª dimensão, já frequentamos dimensões superiores e foram nossos vícios, orgulhos e egoísmos que nos mantiveram, entre inúmeras idas e vindas, nesse planeta de provas e expiações. Mas o planeta está evoluindo e precisamos nos capacitar para evoluir junto com ele, e a expansão de consciência é uma etapa imprescindível para essa ascensão da raça humana.

Precisamos aceitar, por exemplo, que somos espíritos encarnados, logo, não somos daqui. Nossas aparências de humanoides bípedes são holografias que nossos espíritos se utilizam para estarmos adaptados à atmosfera e elementos químicos desse planeta pois, na etapa evolutiva em que nos encontramos, só conseguimos ver o que pode ser traduzido tridimensionalmente. Ou seja, em altura, comprimento e largura.

 Em outros planetas, na medida em que continuemos a evoluir espiritualmente, teremos outras aparências. Também holográficas, mas, com toda certeza, diferentes de nossa forma atual. E assim sucessivamente até atingirmos o éter absoluto.

Esse conceito de realidade, por exemplo, é algo que nos exige uma mudança de postura consciencial. Uma vez que somos essencialmente energia, será que somos realmente como nos vemos? Afinal, espíritos não são gordos ou magros, baixos ou altos, negros ou brancos. São centelha vital, éter, energia. E tudo, absolutamente tudo à nossa volta é energia, logo, não possuem necessariamente a forma que vemos.

   A vida… a vida é uma grande holografia, uma realidade criada por nós. E como criamos tudo? Com o pensamento.

Nós não conseguimos perceber as energias que compõem as coisas que desfilam diante de nossos olhos porque estamos refenizados na tridimensionalidade exatamente como naquela brincadeira que a gente faz com as crianças ao reproduzir o desenho de um bonequinho dando um passinho de cada vez, e quando a gente corre as folhas do bloco com mais velocidade, os bonequinhos se mexem. É exatamente isso que acontece com tudo à nossa volta. Com a árvore que balança ao vento, com a marola que quebra na beira da praia etc., porque na verdade nós não temos a capacidade de perceber essas energias em movimento, então só conseguimos enxergar aquilo que é tridimensional.

 Vivemos o tempo todo acreditando nas coisas que vemos e não no como elas são. Nossos corpos, por exemplo, já que no Universo tudo é energia, são apenas capas, embalagens que recobrem o nosso espírito nessa experiência terráquea. Na verdade, não temos necessariamente essa aparência.

É fundamental que entendamos isso e um dos instrumentos fundamentais para esse processo é o desenvolvimento do pensamento e a compreensão de como lidar com ele.

Pensamento

Pensamento é o principal do processo de conscientização. Pensar permite aos seres modelarem sua percepção do mundo ao redor de si, e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. Palavras que se referem a conceitos e processos similares incluem cognição, senciência, consciência, ideia e imaginação. O pensamento é considerado a expressão mais palpável do espírito humano, pois através de imagens e ideias revela justamente sua vontade.

Pensar confere ao homem asas para mover-se no mundo e raízes para aprofundar-se na realidade.

Fragmentos do livro “Destino Cosmos – Somos todos extraterrestres”, de Anderson Fabiano, com lançamento previsto para outubro de 2019.

Anderson Fabiano (ou apenas Fabiano para os amigos), é um carioca radicado em Santa Catarina há 10 anos. Autor de “Bin Laden não morreu!” e “O Amor vem das estrelas” é fundador do Grupo Verbo e Maresia e membro fundador da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina – Seccional Itajaí.

e-mail para contato: fabiano137@gmail.com

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